Close Menu
Destaque JuquitibaDestaque Juquitiba
  • Capa
  • Juquitiba
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Fale conosco
Notícias de Juquitiba

Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural de Juquitiba convida população para participação

15 de abril de 2026

Com apoio do Deputado Dalben, Banco de Leite Humano de Marília recebe novo veículo

2 de abril de 2026

Taboão da Serra e área: Cartão TOP passa a aceitar unicamente débito por aproximação nos ônibus

13 de março de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas notícias:
  • Aposentados já podem consultar prévia do 13° salário. Veja como
  • Sul-Americana: Atlético-MG e Bragantino jogam em busca da 1ª vitória
  • Dois terços dos venezuelanos que vivem no Brasil não querem voltar ao país
  • Copa do Mundo de 2026 pode ter mudança na artilharia histórica
  • Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Política Cultural de Juquitiba convida população para participação
Facebook
Destaque JuquitibaDestaque Juquitiba
  • Capa
  • Juquitiba
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Fale conosco
Destaque JuquitibaDestaque Juquitiba
Home»Games»Kunitsu-Gami: Path of the Goddess – Review
Games

Kunitsu-Gami: Path of the Goddess – Review

4 de agosto de 2024
kunitsu-gami:-path-of-the-goddess-–-review
Kunitsu-Gami: Path of the Goddess – Review
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

A Capcom sempre foi muito generosa com os amantes de cultura nipônica, produzindo vários jogos que não só nos ensinam mais sobre o folclore nipônico, como também são belíssimas obras de arte. Títulos como Okami e a franquia Onimusha marcaram a sexta geração de aparelhos de video-games – mas desde então, o estúdio pisou no freio e decidiu focar em outros estilos de videogames.

Felizmente, eles não se esqueceram desses grandes clássicos! Kunitsu-Gami: Path of the Goddess resgata essa essência dos mitos do Japão em um título surpreendente, misturando vários elementos que, juntos, nos entregam um grande jogo. Para todos que estavam com saudade de ser um samurai em Onimusha ou de explorar o folclore japonês em Okami, este título com certeza sairá melhor que a encomenda.

Missão de purificação

Em Kunitsu-Gami, controlamos um samurai cheio de mistério chamado Soh – um ser criado diretamente por uma divindade que assume a forma de uma sacerdotisa. O jogo todo acontece na montanha Kafuku, um lugar que foi plenamente corrompido através da maculação dos coléricos, criaturas monstruosas inspiradas nos famosos yokais (espíritos do folclore japonês). Nosso objetivo é purificar cada vilarejo da montanha e eliminar por completo a presença maléfica da área.

O jogo mistura vários gêneros, trazendo um enfrentamento com ação frenética e alguns elementos de tower defense e RTS. O papel de Soh é resgatar os aldeões maculados dos vilarejos e designar funções para eles, para que assim consigam auxiliá-lo na missão de proteger a sacerdotisa. Toda fase é dividida em duas etapas, onde ao longo do dia preparamos nossas defesas e à noite enfrentamos hordas de coléricos.

O objetivo primordial de toda fase é fazer com que a sacerdotisa complete um trajeto até o portão Torii, onde será viável erradicar a maculação daquele território. Será necessário fazer isso duas vezes em cada vilarejo, sendo que cada um promove um desafio diferente. Apesar de parecer uma fórmula repetitiva, o jogo consegue sair um pouco da rotina e explorar formas variadas de aprofundar esta proposta.

A melhor parte com certeza é o seu lado estratégico. Existem diversas classes disponíveis para os aldeões e vamos desbloqueando novas gradativamente. Cada tipo de guerreiro conta com uma especialidade bem específica, então é necessário pensar bem em como designar suas funções para conseguir proteger a sacerdotisa com eficiência.

Para designar funções e até mesmo traçar o trajeto da sacerdotisa, é necessário usar os cristais que identificamos pelas fases. Esse é um recurso consideravelmente limitado, então o jogo também exige uma grande gestão de suprimentos por parte do jogador. Não é viável preencher sua equipe apenas com as classes mais fortes, já que elas precisam de mais cristais que as outras; é preciso equilibrar bem as coisas para não passar sufoco!

Gestor de vilarejos

Uma vez que um vilarejo for purificado, os habitantes voltarão a viver lá de novo. Entre uma fase e outra, podemos designar mais ordens para essas pessoas, fazendo com que aos poucos sua vila seja reconstruída. Lugares renovados geram oferendas melhores e, desse modo, conseguimos determinar uma boa base de provisões para encarar os desafios que aguardam.

Kunitsu-Gami: Path of the Goddess tem uma dificuldade bem balanceada, que aumenta gradativamente conforme avançamos na campanha. No entanto, é inegável que a segunda metade do jogo não é brincadeira; explorar todas essas mecânicas é um passo fundamental para conseguir concluir sua jornada através da montanha Kafuku.

Quase todas as fases possuem batalhas contra chefes que, no geral, vão colocar todo o seu aprendizado à prova. Enquanto alguns confrontos são simples, outros serão osso duro de roer – principalmente na reta final, que exige grande maestria tanto no enfrentamento quanto no planejamento estratégico. No geral, é um jogo que nos estimula do começo ao final e consegue ser viciante no decurso de toda a sua extensão. Mal dá tempo de enjoar!

O enfrentamento é outro ponto forte do jogo. Soh domina a arte da “dança com a espada” e consegue trucidar qualquer inimigo com muita graciosidade. O personagem dispõe de um leque interessante de movimentos e ainda pode ser aprimorado através de upgrades e amuletos equipáveis. Não se esqueça que os aldeões estão ali exclusivamente para oferecer suporte – o trabalho sujo ainda se mantém nas suas mãos!

Meu único problema com a jogabilidade se limita à esquiva e ao uso do arco. Para desviar de um ataque, precisamos apertar o L3 – um comando que demorei para me acostumar por ser um botão pouco usado para esse propósito. Já a skill do arco atira de forma automática, sem a possibilidade de mirar ou organizar seus ataques. Até entendo que fazer essa mecânica prejudicaria o estilo da câmera e outros elementos, mas ainda assim, senti falta.

Os gráficos do jogo são bem bonitos e um tanto psicodélicos, abusando de uma palheta de cores fortes. Assim como Okami, Kunitsu-Gami é um deleite para os olhos, mas de uma maneira plenamente diferente. A trilha musical vai no mesmo caminho, misturando músicas com predominância de tambores em um tom ritualístico, ao mesmo tempo que traz faixas que mesclam riffs de guitarra e ritmos de acid jazz.

Kunitsu-Gami: Path of the Goddess é um jogo muito melhor do que qualquer um de nós pode esperar. Fui positivamente surpreendido por ele em todos os aspectos: seja na mistura dos gêneros, no visual artístico e psicodélico ou até mesmo na diversão que todo esse conjunto proporciona. Chega a ser injusto compará-lo com outras obras “folclóricas” da Capcom, pois assim como suas maiores inspirações, ele também é único.  

Fonte: Portal do Nerd

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

Notícias relacionadas

Videogames: GTA Online recebe acontecimento Vigilância da Vizinhança com novos veículos e recompensas em dobro

14 de abril de 2026

Jogos eletrônicos: Gta 6: Modo Online deve sair ainda esse ano, diz insider

12 de abril de 2026

Jogos eletrônicos: Pragmata vai a Gold e deve ser lançado na data prevista

11 de abril de 2026
Anuncie conosco!
Notícias de Juquitiba

Construções irregulares são demolidas em área de manancial em Juquitiba

16 de junho de 20255 Views

Prefeitura de Juquitiba – SP divulga Concurso Público com 35 vagas

8 de agosto de 20244 Views

CONVENÇÕES PARTIDÁRIAS DO PODEMOS E MOBILIZA

4 de agosto de 20243 Views

Hoje é último dia para regularizar ou transferir título de eleitor

4 de agosto de 20242 Views
Redes Sociais
  • Facebook
Facebook
  • Capa
  • Juquitiba
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Colunas
  • Receitas
  • Rede
  • Fale conosco
2026 Destaque Juquitiba - Notícias de Juquitiba e região.

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.